Quando a clínica usa, ou avalia usar, a própria base de pacientes e leads como semente de público semelhante em qualquer especialidade
Estar na base de uma especialidade já comunica algo sobre a saúde da pessoa, o que muda a natureza do dado que sobe no upload
Diferente de uma lista de responsáveis de escola ou de clientes de uma integradora solar, aqui o simples fato de pertencer à base já é um dado sensível: revela que aquela pessoa buscou (ou busca) tratamento numa área específica. O art. 11, I exige consentimento destacado exatamente por isso — porque o risco de exposição não está só no contato, está no significado de estar na lista.
Antes de qualquer upload, vale separar as bases por especialidade e checar se o consentimento coletado nomeia, com destaque, o tratamento para fins de público semelhante — não basta o consentimento genérico já obtido para agendamento.

