Planejamento
- Definição de objetivos da campanha
- Estudo de público e região
- Seleção de formatos compatíveis com a mensagem
- Seleção de localizações a partir do público, não só do fluxo
- Cronograma de veiculação
AquisiçãoOut of Home e campanhas integradas
Planejamos presença no mundo físico conectando localização, formato, mensagem, criação e objetivos de campanha.
A avaliação parte do objetivo da campanha, não de um catálogo de pontos disponíveis.
O problema
Out of Home costuma ser contratado como espaço, e não como campanha. A diferença aparece na rua: a peça está lá, e ninguém sabe dizer para quê.
Espaço em mídia exterior é fácil de comprar. Campanha de mídia exterior é outra coisa.
Como pensamos
Um anúncio digital pode ser reconsiderado: a pessoa volta, clica, lê de novo. Uma peça de rua tem uma passagem, às vezes de três segundos, e nenhuma segunda chance. Isso muda tudo na criação — o que sobra é uma ideia, não um argumento.
Em compensação, a presença física carrega um sinal que o digital não carrega: ela indica investimento, permanência e tamanho. Uma marca que existe na rua da cidade em que atua ganha um tipo de credibilidade que nenhuma segmentação compra.
O erro comum é tratar as duas coisas como campanhas separadas. Quando a peça física e a campanha digital dizem coisas diferentes, uma anula a outra. Quando dizem a mesma coisa, o custo de reconhecimento cai nas duas.
Escopo
A composição depende do objetivo, da praça e da disponibilidade real de inventário no período.
Formatos conforme disponibilidade real da praça: outdoor, painéis digitais, mobiliário urbano, mídia indoor, telas, envelopamento, sinalização e ações locais. Não operamos inventário próprio e não afirmamos cobertura nacional — o que existe em cada praça é levantado no planejamento.
Mensuração
Out of Home não tem a rastreabilidade da mídia digital. Fingir que tem seria a forma mais fácil de perder a confiança na primeira pergunta difícil.
Nenhum desses sinais isolado prova o efeito da campanha. A leitura é feita pela combinação deles, com as limitações registradas no relatório — e sem transformar coincidência temporal em relação de causa.
Processo
Do objetivo à comprovação, com a leitura definida antes de a peça subir.
O que a campanha precisa produzir, em qual região, para qual público e em qual janela de tempo.
Levantamento do inventário disponível, seleção de formatos e pontos, negociação e cronograma.
Direção criativa, desdobramento por formato e adequação da mensagem ao tempo de exposição de cada ponto.
Adaptação técnica por fornecedor, acompanhamento da produção, instalação e comprovação de veiculação.
Relatório com o que foi veiculado, os sinais observados no período e o que eles permitem — e não permitem — afirmar.
Quando faz sentido
OOH resolve presença, densidade e credibilidade em um território definido.
A fachada responde à lei municipal de anúncio, por área e altura. O documento de registro e a ART respondem ao art. 4º, §1º da Resolução CFMV 1.649/2025, por visibilidade dentro da clínica — duas obrigações diferentes, cumulativas. Mídia exterior para clínica veterinária
A fachada é uma técnica de propaganda, e o art. 33 do Código de Ética Odontológica obriga o responsável técnico a orientar por escrito sobre ela antes de qualquer peça ir para a rua. Mídia exterior para clínica odontológica
O art. 120 da Resolução COFFITO nº 08/1978 permite apenas uma placa externa por consultório, com luz contínua facultada — antes de discutir tamanho, que responde à lei municipal. Mídia exterior para clínica de fisioterapia
Sem médico nem biomédico no quadro, nenhuma resolução de conselho de saúde alcança a fachada do centro de estética. A Lei 13.643/2018 define quem responde tecnicamente por ela. Mídia exterior para clínica de estética
O item 4, "r" da NBC PG 01 exige nome, categoria profissional e registro no CRC em qualquer placa ou anúncio do escritório — antes de discutir tamanho, que responde à lei municipal. Mídia exterior para escritório de contabilidade
O art. 8º do Provimento 205/2021 permite advocacia em coworking, mas veda divulgar a atividade junto com o parceiro que compartilha o espaço — uma placa única com os dois nomes descumpre a norma. Mídia exterior para escritório de advocacia previdenciária
A placa de canteiro já é mídia exterior obrigatória. O art. 8º da Resolução CAU/BR nº 75/2014 exige que fique visível ao público, e o art. 9º obriga o cliente a permitir a afixação — antes de qualquer investimento em mídia exterior paga. Mídia exterior para escritório de arquitetura
O art. 16 da Lei 5.194/1966 obriga placa visível em toda instalação em andamento, e o art. 1º da Lei 6.496/1977 exige a ART que sustenta o nome exibido nela — mídia exterior compulsória, não comprada. Mídia exterior para empresa de energia solar
A placa "vende-se" tem teto de área próprio (1 m², art. 19, IV da Lei 14.223/2006) e só pode existir com contrato escrito de intermediação, pela Resolução-COFECI nº 458/1995. Mídia exterior para imobiliária e corretor de imóveis
Em pelo menos um estado, a norma de autorização de funcionamento exige que a escola exiba o credenciamento em local visível — passo anterior a qualquer projeto de fachada para captação. Mídia exterior para escola particular
Sem conselho de classe, a regra sobre a fachada do salão vem inteira da prefeitura. E quando as cadeiras são de profissionais-parceiros, é o CNPJ do salão — não cada parceiro — quem responde por ela. Mídia exterior para salão de beleza
Limites
É uma frente de presença. Ela não substitui geração de demanda nem conversão.
OOH funciona melhor acompanhado: com mídia paga cobrindo a demanda de curto prazo e com um destino digital que sustente quem chega depois de ver a peça.
Honestidade sobre a oferta
Duas afirmações comuns no mercado de mídia exterior que não fazemos.
Dúvidas
Pela combinação de sinais: comprovação de veiculação, URLs e QR Codes exclusivos, variação de tráfego direto e de buscas pelo nome da marca na praça, comparação com um período ou uma região sem campanha e, quando o orçamento comporta, pesquisa de lembrança. Cada um deles é indício; nenhum é prova isolada, e o relatório diz isso.
Não. Trabalhamos com fornecedores e exibidores do mercado, e o levantamento de inventário é feito por praça e por período. Isso costuma ser vantagem: a seleção parte do que serve à campanha, e não do que já está encalhado.
A viabilidade é avaliada praça a praça, conforme o inventário disponível e os fornecedores que operam ali. Não anunciamos cobertura nacional porque ela dependeria de estrutura que não temos.
Depende do formato, da praça, da concorrência por aquele ponto e do tempo de veiculação. O que costuma decidir não é o valor total e sim a permanência: pouca exposição por muitos pontos rende menos do que presença sustentada em poucos.
Sim: direção criativa, design e adaptação técnica por formato fazem parte do escopo. Adaptar uma peça digital existente para um outdoor raramente funciona — o tempo de leitura e a distância são outros.
Não é obrigatório, mas é o que faz a conta fechar. A exposição física aumenta o reconhecimento; a campanha digital colhe quem foi impactado e foi procurar. Separadas, as duas trabalham mais para o mesmo resultado.
A avaliação de campanha parte do objetivo, do território e do público — e diz o que será possível observar depois, antes de qualquer contratação de mídia.
Nenhuma proposta é enviada antes da conversa de diagnóstico.