Contexto e diagnóstico
- Análise do contexto de mercado e concorrência
- Objetivos empresariais traduzidos em objetivos de marketing
- Diagnóstico das frentes de marketing em operação
- Riscos e dependências identificados no início
EstratégiaEstratégia de marketing
A estratégia organiza posicionamento, públicos, prioridades, canais, mensagens, recursos e indicadores para que a execução deixe de ser uma sequência de iniciativas desconectadas.
O diagnóstico começa por uma conversa sobre contexto, não por uma proposta pronta.
O problema
Quase nunca o problema é falta de esforço. É falta de critério para decidir o que fazer primeiro, o que adiar e o que parar de fazer.
Sem estratégia, a empresa pode executar corretamente as ações erradas.
Desfazendo o mal-entendido
Boa parte do que é chamado de estratégia no mercado é entrega intermediária, ferramenta ou formato de apresentação.
Nada disso é inútil. Só não é estratégia — e nenhum desses artefatos responde à pergunta de onde a empresa deve concentrar esforço.
O que é
Estratégia de marketing é o conjunto de decisões que define para quem a empresa fala, o que ela promete, por quais canais, com qual prioridade e sob quais indicadores — de forma que a execução possa ser conduzida e corrigida.
A palavra decisiva é "decisões". Um documento que descreve o mercado sem escolher público, sem definir prioridade e sem dizer o que não será feito não orienta ninguém: continua sendo possível justificar qualquer ação.
A estratégia também não termina no documento. Ela precisa se traduzir em iniciativas com responsável e prazo, em indicadores que alguém acompanha, e em uma rotina de revisão que permita mudar de rumo com informação — e não por cansaço.
O escopo varia. Uma empresa que ainda não definiu posicionamento precisa de um trabalho diferente do de uma empresa que já vende bem e precisa organizar canais. O diagnóstico é o que separa os dois casos antes de qualquer proposta.
Como pensamos
Um plano que não muda em doze meses não é sinal de acerto: é sinal de que ninguém o comparou com o resultado. A estratégia existe para ser confrontada com o que a operação mostra, e ajustada quando a realidade discorda dela.
É por isso que o trabalho é organizado em três movimentos, que também sustentam as outras frentes da Arte com Pimenta.
Escopo
A composição depende do diagnóstico. Uma empresa com posicionamento definido e funil funcionando não refaz tudo — trabalha o que está frouxo.
Nem todo projeto usa todos os itens. O que entra é decidido no diagnóstico e registrado antes de começar.
Processo
A estratégia é construída com a empresa, não entregue pronta. Quem conhece a operação participa das decisões — caso contrário o plano descreve uma empresa que não existe.
Conversas com quem decide e com quem executa, leitura dos dados disponíveis, revisão do histórico de investimento e do material em uso.
Organização do que foi levantado, separação entre fato e suposição, e formulação das hipóteses que a estratégia vai testar.
Posicionamento, públicos, mensagens, canais e prioridades definidos em conjunto, com o que fica de fora explicitado.
Iniciativas, responsáveis, indicadores e sequência. É aqui que o plano deixa de ser documento e vira rotina.
Encontros de acompanhamento em que o resultado é comparado com a hipótese e as prioridades são ajustadas.
Indicadores
A estratégia define quais indicadores importam para os objetivos daquela empresa — e quais podem ser ignorados sem prejuízo.
Os indicadores são definidos por projeto. Não publicamos valores de referência: cada operação parte de um ponto diferente, e um número fora de contexto engana mais do que orienta.
Quando faz sentido
Há situações em que começar pela execução é desperdício previsível.
Limites
Estratégia organiza decisões. Ela não substitui capacidade de execução nem corrige problemas que estão fora do marketing.
Nesses casos o diagnóstico diz isso com todas as letras. Vender um planejamento que não poderá ser executado é o tipo de trabalho que não fazemos.
Dúvidas
Um conjunto de decisões documentadas — posicionamento, públicos, mensagens, canais e prioridades — traduzidas em iniciativas com responsável, indicadores e rotina de revisão. O documento importa menos do que a rotina que ele deixa funcionando.
Depende do tamanho da operação, de quantos canais estão ativos e da qualidade dos dados existentes. O prazo é estimado no diagnóstico, com o escopo já definido. Não trabalhamos com prazo padrão anunciado antes de saber o que precisa ser feito.
É a situação mais comum. O diagnóstico trabalha com o que existe e aponta o que precisa passar a ser medido. Organizar a mensuração costuma ser uma das primeiras iniciativas do plano, e não um pré-requisito para começar.
Sim. A estratégia é entregue de forma que possa ser executada pelo time interno ou por outros fornecedores. O que não fazemos é entregar um plano sabendo que não há como executá-lo — isso aparece no diagnóstico antes da contratação.
A rotina de revisão é definida no próprio plano e acompanha o ciclo de decisão da empresa. O gatilho para rever não é o calendário: é a diferença entre o que se esperava e o que aconteceu.
São os nomes das três etapas do nosso método de trabalho: MADE levanta a realidade, FAPE define o caminho e MAE organiza a execução. A página do método detalha cada uma.
O diagnóstico estratégico existe para isso: entender contexto, objetivos e restrições antes de recomendar qualquer frente de trabalho.
Nenhuma proposta é enviada antes da conversa de diagnóstico.